
Há, em mim, um artista oculto...
Um ser resoluto que não se sabe interpretar.
Há um ser transfigurado,
Que tem atarantado a minha forma de pensar.
Há um equilibrista, totalmente calculista
com milhares dores a sentir.
O que há em mim é sobretudo o cansaço,
Me tornando um palhaço sem riso a sorrir.
Vou seguindo meu caminho
todo amarelado, sem rítimo, um ser sem direção.
O que há, na verdade,
é um poeta
diariamente atleta da imperfeição.
Um ser resoluto que não se sabe interpretar.
Há um ser transfigurado,
Que tem atarantado a minha forma de pensar.
Há um equilibrista, totalmente calculista
com milhares dores a sentir.
O que há em mim é sobretudo o cansaço,
Me tornando um palhaço sem riso a sorrir.
Vou seguindo meu caminho
todo amarelado, sem rítimo, um ser sem direção.
O que há, na verdade,
é um poeta
diariamente atleta da imperfeição.
Izydro.
